AUTORES

Artigo escrito por Carlos Brickmann

Jornalista, consultor de comunicação. Especialista em gerenciamento de crises. Foi colunista, editor-chefe e editor responsável da Folha da Tarde; diretor de telejornalismo da Rede Bandeirantes; repórter especial, editor de Economia e de Internacional da Folha de S.Paulo; secretário de Redação e editor da revista Visão; repórter especial, editor de Internacional, de Política e de Nacional do Jornal da Tarde. Dirige a B&A, Brickmann&Associados Comunicação.

O país do molha a mão 15/10/2017 A Transparência Internacional, em pesquisa agora divulgada, mostrou que 11% dos brasileiros admitiram pagar propina para ter acesso a serviços públicos como saúde, educação, segurança, emissão de documentos.

Os dias friamente quentes 11/10/2017 Choque entre poderes? Como diria um famoso líder político, menas, menas. A AGU é ligada ao Executivo, mas não é todo o Executivo. O STF já tem a postos a turma do deixa-disso.

Nosso povo é ingrato 10/10/2017 Desculpe, mas é preciso registrar que nossos concidadãos só reclamam, e quando suas reclamações são atendidas reclamam do mesmo jeito.

Misturando bem, fica livre. 03/10/2017 Todos, petistas, tucanos das mais diversas alas, a turma do Quadrilhão, se aliaram em defesa da democracia deles, especialmente das normas que dificultam prisões.

Guerreiros com guerreiros fazem zig zig za 27/09/2017 Ameaça de general da ativa, nova denúncia contra o presidente, uma Comissão Parlamentar de Inquérito mirando em Janot... Mas tenha calma, caro leitor.

Rio sem lei 25/09/2017 Os bandidos os ignoram policiais e soldados. Sabem que são mais fortes; que dirigentes das Forças Armadas e da Polícia brigam entre si para ver quem manda mais. Parecem não perceber que quem manda mais são os bandidos.

Bagunça fardada 19/09/2017 Um general da ativa, Antônio Hamilton Mourão, disse no dia 15, numa palestra em Brasília, que o Exército pode se sentir obrigado a intervir, e tem “planejamentos muito bem feitos” para isso.

Cada crime com seu nome 18/09/2017 Propina? Não mesmo. O que os empresários fizeram foi “suborno”. Suas Excelências foram “subornados”. Todos os envolvidos no suborno cometeram crime.

A verdade vos condenará 11/09/2017 “Quando a esperteza é muita”, ensinava o sábio político mineiro Tancredo Neves, “vira bicho e come o dono”. Joesley Batista pensava ser esperto.

O Livro dos Nomes 04/09/2017 O problema é que, seja experiente, seja novo, seja cabeça-branca ou cabeça-preta, parece que o político, para conquistar notoriedade e poder, não precisa ter currículo: basta exibir o prontuário.

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