AMBIENTE

Poluentes no ar de SP superam níveis recomendados pela OMS

02/06/2014

Os paulistanos sofrem com a poluição do ar há muito tempo. Porém, acreditem, a situação não está tão terrível. Números divulgados pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo mostram que, durante todo o ano de 2013, as concentrações de dióxido de enxofre (SO2), monóxido de carbono (CO) e partículas inaláveis foram menores do que as observadas no final de década de 90 e início dos anos 2000. Essa redução foi possível, segundo relatório da Cetesb, por causa dos diversos programas de controle de poluição adotados.

A Cetesb informou ainda que os níveis de dióxido de enxofre e de monóxido de carbono registrados na Região Metropolitana de São em 2013 estão entre os mais baixos da década, apesar do crescimento do número de veículos em circulação na cidade.

No caso das partículas inaláveis, as concentrações médias anuais na região metropolitana mantiveram-se estáveis. O que é uma boa notícia, considerando o aumento da frota de veículos nesse período e a piora do trânsito, que contribuiriam para a elevação dos índices, mas que foram compensados com as emissões veiculares cada vez mais baixas, resultantes das novas tecnologias adotadas pelas montadoras.

Além dos programas de controle das emissões atmosféricas, também contribuíram para os níveis favoráveis de concentração dos poluentes citados, a incidência de chuvas acima da média climatológica nos meses de junho e julho de 2013. Esse quadro fez com que o inverno do ano passado se situasse entre os mais favoráveis à dispersão dos poluentes, desde 2004, na região metropolitana.

No entanto, isso não significa que o paulistano esteja respirando um ar recomendável. Pelo menos não pela Organização Mundial de Saúde (OMS). De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, a OMS citou São Paulo na lista de cidades com o índice geral de poluição do ar acima do recomendado, de 20 microgramas por metro cúbico. Segundo a OMS, na Capital paulista esse índice ficou em torno de 35 microgramas.

Enquanto isso, diz a Folha ,os projetos governamentais para redução da poluição atmosférica andam bem devagar.

 

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